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3a Ponte | Vereador cobra transparência e documento de viabilidade da ciclovia


Vereador de Vitória Leandro Piquet Ciclovia
Vereador de Vitória Leandro Piquet

A ciclovia da Terceira Ponte, uma obra de R$127 milhões, estaria sendo realizada sem transparência e estudo que garanta a viabilidade de sua utilização para a população capixaba.


Essa foi a denúncia do vereador de Vitória Leandro Piquet que em vídeo nas suas redes sociais (abaixo) denúncia que mesmo após requisitado, o Governo Casagrande não apresentou documentos que garantam a viabilidade da obra.


Entre os pontos levantados por Piquet e também por engenheiros e arquitetos estaria o alto ângulo de inclinação que chegaria a 5,5% superior ao recomendado.


"A falta de transparência do Governo do Estado em relação aos documentos que confirmam a viabilidade da obra da Ciclovia da Terceira Ponte nos obriga a desafiar o governador a simular a travessia do percurso para testar a sua utilidade para o cidadão comum. Precisamos demonstrar que os 127 milhões de dinheiro público destinado para esta obra estão sendo bem empregados" desafia Piquet em vídeo.


Pedalaço


Alguns usuários lembraram que atravessar a Ponte de bicicleta já foi realizado por inúmeros ciclistas que anualmente participam do "Pedalaço pela paz". No entanto o ângulo da ciclovia seria mais íngreme do que da própria Ponte.



Obras


As obras no valor de R$127 milhões incluem a construção e proteção da ciclovia, além da ampliação de quatro para seis faixas na ponte com conclusão prevista para maio de 2023.


Semobi


A Secretaria de Mobilidade Urbana do ES (Semobi) em nota à imprensa destacou que "O Manual de Projeto Geométrico de Travessias Urbanas do DNIT, assim como o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito — Vol. III — Sinalização Cicloviária, do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), recomendam a utilização de ciclovias com inclinação inferiores a 5%, mas não proíbem inclinações superiores. Ainda assim, é importante ressaltar que não há uma vedação a implantação de um equipamento público ecologicamente sustentável e que promove o bem-estar da população. Caso contrário, locais com relevo mais acidentado não poderiam ter ciclovias, como é o caso de Belo Horizonte, cidade com cerca de 90 quilômetros de ciclovia e onde a inclinação média das vias é de 8,2%".




 
 
 

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